Olá pessoal! Tudo bem?
Bom, hoje eu estou de volta com o meu quadro "poema da semana". O poema de hoje é um poema de Vinicius de Moraes. Eu sempre gostei do poema de hoje, porque eu me inspirei nele para fazer os meus primeiros poemas para as garotas que eu gostava, digo a estrutura de soneto e o assunto.
Então, o poema de hoje é "Soneto de Fidelidade - Vinicius de Moraes", espero que gostem.
Soneto de Fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes
E você, meu caro leitor, o que acha desse poema?
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Poema da Semana
Olá pessoal! Estou aqui hoje para compartilhar com vocês um grande amor que eu tenho: poemas! Toda a semana eu vou tentar postar um poema que marcou a minha. Seja pelos acontecimentos da semana, seja por estar muito presente na minha vida nesses últimos dias. Bom, o poema da semana é Café com Pão de Manuel Bandeira.
O dito poema não tem nada a ver com os acontecimentos dessa minha semana, mas é um que eu gosto bastante pelo ritmo dele lembrar o de um trem. Eu o conhecia desde o ano passado e nunca dei muita importância a ele, mas nos últimos dias, não sei o que me deu, do nada, eu lembrei dele e resolvi ler, foi quando eu lembrei o ritmo dele e achei surpreendente. Eu fiquei recitando-o milhões de vezes para mim mesmo durante essa semana. Ele chegou até a me dar uma certa sensação de nostalgia do ano passado quando eu o conheci. Enfim, chega de enrolação, aqui está:
Café com Pão
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Virge maria que foi isso maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu presciso
Muita força
Muita força
Muita força
Oô...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matá minha sede
Oô...
Vou mimbora
Vou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô...
Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
Manuel Bandeira
E aí? O que acharam?
O dito poema não tem nada a ver com os acontecimentos dessa minha semana, mas é um que eu gosto bastante pelo ritmo dele lembrar o de um trem. Eu o conhecia desde o ano passado e nunca dei muita importância a ele, mas nos últimos dias, não sei o que me deu, do nada, eu lembrei dele e resolvi ler, foi quando eu lembrei o ritmo dele e achei surpreendente. Eu fiquei recitando-o milhões de vezes para mim mesmo durante essa semana. Ele chegou até a me dar uma certa sensação de nostalgia do ano passado quando eu o conheci. Enfim, chega de enrolação, aqui está:
Café com Pão
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Virge maria que foi isso maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu presciso
Muita força
Muita força
Muita força
Oô...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matá minha sede
Oô...
Vou mimbora
Vou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Oô...
Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
Manuel Bandeira
E aí? O que acharam?
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